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Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

Porco – Raça Bísara

  

Origem

O porco doméstico tem a sua origem no javali (Sus scrofa).

 

Dieta

Omnívoro

 

Reprodução

O período de gestação dura cerca de 115 dias; nascem, habitualmente, até 12 crias por ninhada.

 

Raças Autóctones

Porco Bísaro e Porco Preto ou Alentejano.

 

Porco Bísaro

O Porco de raça Bísaro é originário do tronco Céltico e apresenta duas variedades: Galega, de cor branca ou branca com malhas pretas e Beiroa, de cor preta ou preta com malhas brancas.

De uma forma geral, os suínos de raça bísara podem-se caracterizar como sendo animais grandes, chegando a atingir 1m de altura e 1,8 m da nuca até à raiz da cauda; tem dorso convexo e orelhas grandes e pendentes.

Trata-se de uma raça pouco rústica, mas bem adaptada ao sistema tradicional. São animais de temperamento bastante dócil, vagarosos e com movimentos pouco graciosos. Tem elevada prolificidade (as ninhadas podem atingir os 20 leitões), no entanto são de crescimento lento.

 

 

 

Com o objectivo de promover a raça, evitando a sua extinção foi criada, em 1994 a Associação Nacional de Criadores de Suínos de Raça Bísara (ANCSUB) responsável também pela gestão do respectivo registo zootécnico.

Vinhais, já tem reconhecidos pela CE 7 produtos tradicionais (Reg. CEE nr. 2081/92), uma indicação que comprova a reputação, genuinidade e modo de produção específico destes enchidos (IGP – Indicação Geográfica Protegida). São eles o Salpicão, a chouriça de carne, a alheira, o butelo, o chouriço doce, chouriço azedo e o presunto bísaro.

 

Conteúdo desenvolvido por:

www.parquebiologicodevinhais.com

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 12:59
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B.I. da Savelha

Figura 1 – Uma savelha capturada e fotografada a bordo de um navio de investigação.

               Fotografia de Hans Hillewaert.

 

Nome comum: Savelha, Saboga.

 

Nome científico: Alosa fallax (Lacepède, 1803)

 

Hábitos e Habitat: A savelha é uma das espécies de peixe pertencentes à família Clupeidae, na qual também se incluem espécies como a sardinha e o arenque. A savelha, ou saboga, possui o corpo fusiforme e comprimido lateralmente. Apresenta 4 a 8 manchas pretas atrás do opérculo, bem visíveis sobre a cor prateada dos flancos e ventre. O dorso possui coloração azulada e brilhante. As escamas desta espécie são grandes, suaves e pouco aderentes. No ventre possui uma linha de escamas diferentes das restantes – escuteliformes - que formam uma quilha ou carena (Figura 1). As fêmeas atingem as maiores dimensões e longevidade, cerca de 55 cm e aproximadamente 1 kg, podendo viver até aos 10 anos.

 

 A savelha ocorre no Atlântico Nordeste, desde a Escandinávia até às zonas costeiras de Marrocos, incluindo o Mar Mediterrâneo, Mar Báltico e Mar Negro.

Esta é uma espécie migradora anádroma, que ocorre não só em meio marinho, como nas zonas costeiras, mas também em estuários e na zona mais a jusante dos rios (mais próxima do estuário). Em Portugal ocorre nas bacias dos rios Minho, Lima, Vouga, Mondego, Tejo, Sado, Mira e Guadiana. Na bacia do Douro já não existem populações viáveis, embora se continue a verificar a entrada de indivíduos erráticos.

As savelhas são peixes que formam cardumes que se movimentam ao longo de toda a coluna de água, e diz-se por isso, que são peixes pelágicos. Quando em meio marinho, vivem a profundidades na ordem dos 200 a 300 m.

É no meio marinho que as savelhas se preparam para a migração de reprodução. No início da Primavera, entre Março e Abril, os cardumes de savelhas agregam-se nos estuários. Em Maio começam a subir os rios, quando a temperatura da água varia entre 10ºC e 12ºC. Esta espécie necessita de intervalos de adaptação à diferença de salinidade da água, à medida que sai dos estuários e começa a subir os rios.

Os machos iniciam a migração para montante dos rios umas semanas antes das fêmeas. O local escolhido para a desova, geralmente tem substrato arenoso, com algumas pedras e vegetação aquática. A desova ocorre em Junho e Agosto, sempre durante a noite, em que a agitação de numerosas savelhas a chapinhar à superfície da água produzem um som bem audível. Após a turbulência do frenesim da desova, os ovos fecundados afundam no leito do rio, permanecendo sobre o substrato de areia, lodo ou gravilha, e eclodem decorridos 4 a 6 dias (dependendo da temperatura da água).

 

Após a desova, os adultos que deixaram de se alimentar durante a época de reprodução em água doce, regressam ao mar, podendo ainda voltar a reproduzir-se durante cerca de 3 épocas. No mar, os adultos alimentam-se de pequenos peixes e crustáceos.

As pequenas larvas de savelha alimentam-se de plâncton e invertebrados dulciaquícolas à medida que são arrastadas pela força da corrente em direcção aos estuários, onde chegam entre Agosto e Outubro. Podem permanecer nos estuários durante 1 ano, após o qual migram para o mar até atingir a maturidade sexual: aos 2-3 anos de idade para os machos e 3-5 anos para as fêmeas, dando continuidade ao ciclo de vida desta espécie.

 

Ana Caramujo Marcelino Canas

Bióloga Marinha

Coordenadora da Educação do Fluviário de Mora

 

Educação – Falas do Rio

Fluviário de Mora

www.fluviariomora.pt 

 

Webgrafia consultada

1. http://www.fluviatilis.com/dgf/species.cfm?codspecies=afal 30-11-2010

2.http://www.fishbase.org/Summary/speciesSummary.php?ID=5355&genusname=Alosa&speciesname=fallax&AT=alosa+fallax&lang=Portuguese 30-11-2010

3. http://english.verkeerenwaterstaat.nl/kennisplein/8/6/86026/2002.169X_appendix7.pdf 30-11-2010

4. http://extranet7.kent.gov.uk/klis/resources/factsheets/species_fr/Allis_and_Twaite_Shad.pdf 01-12-2010

 

Bibliografia consultada

  1. Collares-Pereira, M. J.; Filipe, A. F.; da Costa, L. M. 2007. Os peixes do Guadiana. Que futuro?Guia de peixes do Guadiana português. Edições Cosmos. Chamusca. 294p.
  2. Vários, 2006. Plano Sectorial da Rede Natura 2000 – Vol. II - Valores Naturais -
  3. Peças escritas - Fichas de caracterização ecológica e de gestão: Habitats Naturais e
  4. Espécies da Flora e da Fauna. ICN

Vários, 2008. Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. Assírio & Alvim/ICN, 659p.

 

Fotografia

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Alosa_fallax.jpg

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 12:48
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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

VACA

(Bos taurus)

  

É um mamífero ruminante.  Caracteriza-se por possuir um par de cornos, que são diferentes de chifres pois são ósseos, ocos, não ramificados e permanentes.

 

Esta espécie foi domesticada pelo homem e é explorada para a produção de leite, carne e pele (couro) e também como meio de transporte e animal de carga. Também os ossos são aproveitados, para o fabrico de farinha, sabão e rações animais. O casco e os cornos têm usos diversos e os pêlos das orelhas são usados para a confecção de pincéis artísticos.

 

A sua alimentação, como animal herbívoro, é constituída essencialmente de erva e algumas gramíneas.

 

Visite a exposição de fotografias no Centro de Informação / Bilheteira do Parque. Todas as fotografias são de animais presentes no Parque Biológico da Serra da Lousã. De realçar que existem neste Parque 6 espécimes pertencentes a 4 raças diferentes de vacas, todas elas autóctones.

 

Conteúdo desenvolvido por:

 
QUINTA DA PAIVA
Parque Biológico da Serra da Lousã

3220-154 Miranda do Corvo
Telef. 239 538 444
Tlm. 915 361 527

www.parquebiologicodaserradalousa.net / www.adfp.pt

Espaços visitáveis do parque: Centro Hípico, Quinta Pedagógica, Labirinto de Árvores de Fruto, Parque Selvagem, Museu da Tanoaria e Museu Vivo de Artes e Ofícios Tradicionais.

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 12:27
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